Thursday, September 23, 2004

"Medina Félix e Miras"

Em primeiro lugar quero afirmar ao augusto professor Medina que sou um reles subversivo funcionário publico, provido em concurso publico idóneo, cumpridor de horários e objectivos e que portanto me enquadro no paradigma do "mais um a abater"! tenho muito gosto, obrigado!! Ah! Esquecia-me... também sou pró-sindicalista e neo-liberal, simpatizante do integralismo lusitano e contra o eugenismo em relação ao funcionalismo público.

Entupiu-me, hoje, o Dr. Medina no artigo do Publico "O Estado à Deriva". p.8, com uma série de números que demonstram o quão burro sou ... e esquecido também , pois parece-me que o bago de Félix já tinha espremido esta uva: 60% do gastos publicos são com realizados com chulo-parasito-funcionários estatais...não ignoremos, igualmente, que Medina já vestiu esta camisa na qualidade de ministro dos chupistas e gastadores... fala portanto em motu próprio.Queria deixar, no entanto, um apontamento aos inquisidores públicos: Medina e Félix, para em vez de perderem o seu discipiendo tempo em patacuadas numéricas e a arrostarem o fantasma da dívida pública para os pobres idiotas que vivem à custa do estado o seguinte:- se não for pedir muito a tão brilhantes mentes, e correndo o risco de pisar o defeito de aquiles dos interesses instalados, executem um estudo sobre "onde" é efectivamente gasto o dinheiro dos contribuintes, neste caso o meu pois como chulo-mamador sou dos poucos que nesta autocracia vejos os meus descontos serem todo "obrigatoriamente" efectuados. Talvez seja interessante equacionar desde 1974, quem são os "miras" que por aí vagueiam, igualmente, quem são os 4000 e tal beneméritos que cada vez que se produzem alterações governativa encetam medidas para eu ser alcunhado mais alguma coisa para além de chulo-mamador...- francamente!

Medina Félix e Mira, deveriam entrar para o Big Brother das celebridades, os dois primeiros a tratar dos "porcos" que comem demais, o terceiro a esfregar a mão com os proventos e ainda com uma clausula contratual "Quando tiver o colchão cheio de notas é permitido ao interessado abandonar o sistema... insultando-o obrigatoriamente".É desta nata que é feito o ilustre pato-bravo lusitano.

Ah! E obrigado Medina por mais uma vez sugerir a reforma do estatuto remuneratório público... não se esqueça que a reforma do Amaral tem que aumentar para o ano! Além disso, sempre pode ser que nos encontremos no mesmo restaurante de quarta a gozar o prebendado subsídio de refeição - 3 euros e tal...!

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